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Imposto de Renda 2022: programa vai tirar dúvidas ao vivo sobre a declaração; mande sua pergunta

Especialista Antonio Gil, da EY, vai responder a perguntas sobre o IR 2022 na segunda-feira, véspera do final do prazo. Imposto de Renda 2022: programa vai tirar dúvidas ao vivo sobre a declaração; mande sua pergunta Especialista Antonio Gil, da EY, vai responder a perguntas sobre o IR 2022 na segunda-feira, véspera do final do prazo. Precisa declarar? Veja se você está na lista. O que você precisa saber para fazer a declaração. Veja como fazer o download do programa da declaração. Assista tira dúvidas em vídeos. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2022

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Conta de luz segue sem custo adicional em junho, diz Aneel


Agência e Operador Nacional do Sistema Elétrico dizem que bandeira verde, sem cobrança extra, seguirá em vigor até dezembro. Custo extra de R$ 14,20 acabou em abril. A conta de luz seguirá sem cobrança adicional em junho, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta sexta-feira (27). Continua em vigor no país a bandeira tarifária verde, que não acrescenta custos à conta de luz dos consumidores com base no gasto mensal de energia elétrica. Até 15 de abril, estava em vigor a bandeira de escassez hídrica, a mais cara do sistema, que adiciona R$ 14,20 à conta de luz por 100 quilowatt-hora (KWh) consumidos no mês. A partir de 16 de abril, deixou de valer a bandeira de escassez hídrica e entrou em vigor a bandeira verde, acionada até hoje. A única exceção eram as famílias de baixa renda inscritas na Tarifa Social de energia elétrica, que já estavam isentas de custos adicionais desde dezembro. Segundo a Aneel e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a agência deve manter acionada a bandeira verde para todos os consumidores até o final de 2022. Entretanto, o adicional pode voltar a partir de 2023, a depender dos custos para a produção de energia elétrica. Entenda as bandeiras tarifárias Arte G1 Escassez hídrica A bandeira de escassez hídrica é a mais cara do sistema e foi criada em setembro do ano passado para fazer frente aos custos adicionais para a produção de energia gerados pela crise hídrica. Para compensar a queda na produção das usinas hidrelétricas, o governo teve que acionar usinas térmicas, mais caras e poluentes. Porém, no início de abril o governo afirmou que o nível de chuvas nos últimos meses e a adoção de medidas emergenciais contribuíram para reduzir a contratação das termelétricas, o que permitiu acionar a bandeira verde antes do previsto. Bandeira escassez hídrica acaba; como fica a conta de luz?

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Por que Nubank perdeu quase 65% do valor depois de chegar a banco mais valioso do país


Ações já caíram quase 65% desde estreia na bolsa de Nova York, em dezembro; fintech agora já vale um terço do Itaú Unibanco. Soma de fatores explica queda vertiginosa, segundo especialistas. De banco mais valioso da América Latina, fintech agora já vale um terço do Itaú Unibanco; soma de fatores explica queda vertiginosa, segundo especialistas Divulgação via BBC Quando estreou na bolsa de Nova York em dezembro passado, o banco digital Nubank foi alçado a uma posição de destaque: o mais valioso da América Latina, superando instituições financeiras tradicionais, como Itaú, Bradesco e Santander. Hoje, pouco mais de seis meses depois, suas ações já despencaram 65% e seu valor de mercado (o resultado da multiplicação do volume de ações em circulação e o preço de cada uma delas) passou de US$ 41,5 bilhões para US$ 17,1 bilhões. Mas, no mesmo período, seus principais concorrentes não sofreram a mesma volatilidade. O Itaú Unibanco vale hoje US$ 50,2 bilhões e o Bradesco, US$ 41,9 bilhões, respectivamente, patamares superiores aos de dezembro. Ou seja, o Nubank, que, naquele mês, chegou a valer mais do que o Itaú, vale hoje cerca de um terço dele. LEIA TAMBÉM: Como Nubank se tornou banco mais valioso da América Latina sem dar lucro Ação do Nubank cai firme e opera perto de mínimas históricas Nubank perde US$ 6 bi desde IPO e Itaú volta a ser banco mais valioso da América Latina; confira ranking Assista abaixo entrevista feita com o presidente do Nubank em 2018: Entrevista com presidente do Nubank E nem a divulgação dos resultados do primeiro trimestre, os mais fortes da história do banco digital, com receita total atingindo um recorde de US$ 877,2 milhões, acima das expectativas dos analistas, foi capaz de estancar a sangria – de fato, logo após o anúncio, os papéis chegaram a subir 8%, mas depois voltaram a cair. Às 12h30 de Brasília desta sexta-feira (27/5), as ações do Nubank estavam em alta, negociadas US$ 3,70. Mas o que está acontecendo com a fintech, que, com uma estratégia de crescimento agressiva, já conquistou uma base de clientes de cerca de 60 milhões no Brasil, México e Colômbia desde sua fundação, em 2013? O banco afirma que "apesar da recente volatilidade do mercado no curto prazo, continuamos com total confiança e comprometimento com a criação de valor de longo prazo" (veja nota completa ao final da reportagem). Expectativas e realidade Segundo analistas entrevistados pela BBC News Brasil, há uma soma de fatores que explica a queda vertiginosa das ações do Nubank. Mas, antes disso, é preciso entender o que significa uma ação. Basicamente, se trata de uma fração de uma empresa. Os acionistas são, portanto, donos de uma parcela da empresa. As ações são negociadas em bolsa de valores e compradas e vendidas por investidores interessados também na rentabilidade da empresa. Quando os investidores – "o mercado" – entendem que a empresa não vai entregar os resultados esperados, vendem essa fração que detêm. Seguindo o conceito da lei da oferta e da demanda, se muitas pessoas estão vendendo e poucas comprando, o valor da ação cai. Desde o início, porém, esses investidores demonstraram apetite pelo Nubank, apesar de o banco digital só ter dado lucro pela primeira vez no ano passado. A principal explicação é uma expectativa de rentabilidade futura. Trata-se de uma aposta – que parece estar sendo reajustada pelo mercado, devido a uma combinação de circunstâncias, que envolve a tomada de decisões do banco, e os ambientes econômicos brasileiro e global. No cenário externo, o mercado segue de mau humor diante da pressão inflacionária e do aumento de juros nos mercados desenvolvidos – inclusive nos Estados Unidos. Em um mês, a Nasdaq, a bolsa eletrônica americana, já acumula queda de 13%. Desde o início do ano, cerca de 30%. "Quando se olha transversalmente para a avaliação de fintechs no mercado internacional e não só com foco no Brasil ou América Latina, percebe-se uma grande pressão em suas avaliações de mercado. Mas o que aconteceu de diferente no início deste ano? Há uma tendência de inflação crescente não só na América Latina, mas em todo mundo", diz João Bragança, diretor de serviços financeiros da consultoria alemã Roland Berger, comentando sobre as fintechs. "Isso fez com que bancos centrais aumentassem as taxas de juros, reduzindo a liquidez no mercado, ou seja, os recursos que estão disponíveis para os investidores aplicarem em novos negócios ou em negócios pré-existentes. As fintechs são, por natureza, negócios que estão em fase de maturação, num caminho de fortalecimento de seu modelo de negócio." "Qualquer banco digital está ainda fazendo o que chamamos de 'jornada de monetização de cliente'. Primeiro, você adquire clientes e depois desenvolve produtos e serviços para eles poderem utilizá-los, gerando receita e lucro." "Ora, a avaliação de risco dos investidores em uma situação de menor liquidez pressiona a avaliação do mercado sobre qualquer novo modelo de negócio. É uma tendência global", acrescenta. Mas é o cenário interno que deixa muitos investidores receosos. Em um ambiente de deterioração da economia brasileira, com alta dos juros e da inflação, e perda de renda da população, crescem, portanto, as preocupações sobre se o Nubank vai conseguir "monetizar sua base de clientes". Nesse contexto e, considerando o crescimento das operações de crédito do banco digital, que investiu maciçamente na captação de clientes, o temor recai sobre a perspectiva de alta de inadimplência e das provisões para calote, tanto em cartões quanto empréstimos pessoais. As operações de cartões continuam sendo o principal produto do Nubank. Cartões são, essencialmente, uma concessão de crédito sem garantia (ou seja, quem o solicita não precisa dar algo como precaução de pagamento, como um imóvel ou veículo, e portanto não precisa justificar como vai gastar o dinheiro). Os bancos não conseguem recuperar ativos se tomarem um calote. "Sempre que os juros sobem, o crédito fica mais caro. Desestimulam-se o consumo e a tomada de crédito. E o Nubank é uma instituição de crédito. A maior base de receitas deles vem de cartão de crédito, principalmente no rotativo (ou seja, que parcelam), e de empréstimos", explica Danielle Lopes, sócia e analista de ações da Nord Research, casa de análise de investimentos focada no pequeno investidor e sediada em São Paulo. "As pessoas que se tornaram clientes do Nubank foram atraídas pela promessa de que o banco não cobraria taxas. Ou seja, como monetizar seu negócio se os juros estão muito altos e seus clientes não estão tomando crédito? Isso é um enorme problema para eles", questiona. "Pelo que estamos vendo, o mercado não acredita que o Nubank vá conseguir ter bons resultados no curto prazo e tem muito receio com o longo prazo, dada a conjuntura macroeconômica global", acrescenta. Lopes lembra que o índice de inadimplência do banco digital aumentou e está acima da média dos bancos tradicionais. "Não achamos interessante um banco recém-chegado buscar acelerar o acesso a crédito num momento tão complicado de juros", escreveu ela em newsletter a investidores após a divulgação dos resultados do Nubank. Bancos tradicionais, como Itaú Unibanco e Bradesco, recentemente expressaram cautela quanto às operações de cartões, principalmente no meio digital, e afirmaram que vão focar na fidelização dos clientes antigos em detrimento da captação de novos. Segundo Milton Maluhy, presidente do Itaú Unibanco, os clientes digitais têm, em sua visão, um perfil de crédito "mais arriscado" especialmente em um ambiente macroeconômico mais complexo, como o atual. O Itaú Unibanco é líder em cartões no Brasil, com cerca de 30% do mercado. "O que a gente vem fazendo desde o segundo semestre do ano passado é reduzir a quantidade de clientes adquiridos digitalmente, porque a gente vê que é um cliente de perfil mais arriscado", disse ele a jornalistas ao comentar os resultados do banco, divulgados no início de maio. "Estamos reduzindo a aquisição (de clientes) em cartões, por entender que é um produto mais volátil", acrescentou. Na mesma linha, o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, afirmou que o banco vai privilegiar "menos o crescimento acelerado e mais a fidelização, a retenção e a rentabilização desses clientes", ao falar sobre os três bancos digitais da empresa. 'Maré de azar' Lopes, da Nord Research, chama atenção ainda para dois elementos recentes para o que chama de "maré de azar" que afetou o Nubank e diz que "não parece que vai acabar tão cedo". O primeiro: o pacote de remuneração à diretoria da fintech superior a R$ 800 milhões noticiado nos últimos dias, bem acima do observado entre os grandes bancos brasileiros. "O pacote de remuneração do CEO é superagressivo, na média, maior do que os membros da diretoria do próprio Itaú, um banco muito mais consolidado", diz Lopes. O segundo: o anúncio de que o Nubank vai investir 1% de seu caixa em bitcoin. "O bitcoin é uma moeda volátil demais e o Nubank precisa desse dinheiro para crescer. Os investidores passam a duvidar da capacidade da gestão de tomar decisões." Também pesa contra o Nubank o fato de que o mercado se tornou mais competitivo. Hoje, vários concorrentes apostam na fórmula bem-sucedida da fintech, como cartão sem anuidade, conta grátis e oferta simplificada. Enquanto isso, bancos tradicionais vêm acelerando sua digitalização. Por causa disso, o Nubank ampliou seu leque de serviços, entrando em áreas como investimentos e seguros, mas isso também significa uma operação mais complexa. Outro lado Questionado sobre a queda vertiginosa de suas ações, o Nubank enviou à BBC News Brasil o comunicado de imprensa divulgado por ocasião dos resultados trimestrais na semana passada. Na nota, o fundador e CEO do Nubank, David Vélez, diz: "Esse foi o trimestre mais forte na história do Nu. Alcançamos cerca de 60 milhões de clientes e uma taxa de atividade recorde de 78%. Nossa fórmula de geração de receitas ajudou a impulsionar o resultado trimestral, que alcançou o valor recorde de US$ 877 milhões (+226% FXN na comparação com o 1T21), com baixo custo de aquisição de clientes, aumento da receita por cliente e redução do custo de serviço". "Nossa carteira de crédito teve expansão significativamente superior à do mercado e manteve níveis de qualidade saudáveis. Esse resultado é fruto do nosso avançado modelo de risco e de nosso portfólio de crédito disciplinado e resiliente, especialmente considerando as condições macroeconômicas atuais". "Apesar da recente volatilidade do mercado no curto prazo, continuamos com total confiança e comprometimento com a criação de valor de longo prazo, como foi reiterado por nossos principais acionistas".

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20,4 milhões estão em ocupações que podem ser realizadas em home office


Número representa 24,1% dos ocupados e corresponde a cerca de 40% dos rendimentos totais, mostra pesquisa do Ipea. Home Office Reprodução/TV Diário Cerca de 20,4 milhões de trabalhadores estão em ocupações que podem ser realizadas na modalidade de home office. Isso representa 24,1% do total de pessoas ocupadas no mercado de trabalho brasileiro, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O trabalho remoto predomina entre mulheres (58,3%), pessoas brancas (60%), com nível superior completo (62,6%) e na faixa etária entre 20 e 49 anos (71,8%). Mais da metade desses trabalhadores em home office potencial está na região Sudeste (27,7%), seguida pela região Sul (25,7%) e Centro-Oeste (23,5%). Nas regiões Nordeste e Norte, o patamar é inferior, respectivamente, de 18,5% e 17,4%. As unidades da Federação com maior número de trabalhadores são o Distrito Federal, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná. O Pará apresenta o menor percentual. Ao analisar as regiões metropolitanas do país, a que mais se destaca é a de Florianópolis, com cerca de 40,4% das pessoas ocupadas em regime potencial de teletrabalho, apesar de Santa Catarina ser apenas o quinto estado no ranking de teletrabalho potencial, com 25,4%. Home office equivale a 40% da massa de rendimentos Segundo o Ipea, apesar de as ocupações com potencial de serem realizadas de forma remota representem 24,1% da força de trabalho, esses trabalhadores são responsáveis por 40,4% da massa de rendimentos total (soma dos rendimentos recebidos de todas as pessoas ocupadas). A maior contribuição vem da região Sudeste, puxada principalmente pelo estado de São Paulo, que tem 47,6% do total de rendimentos efetivos gerados por pessoas em teletrabalho potencial. Mulheres são maioria em todos os estados Em todas as unidades federativas, as mulheres são maioria no teletrabalho potencial. Esse resultado é mais acentuado em Roraima, Maranhão e Piauí, onde essa participação oscila entre 64% e 66%. Por sua vez, Amapá, Santa Catarina e Ceará são os estados com resultados mais equilibrados – participação feminina variando de 52% a 54%. Pretos e pardos predominam no Norte e Nordeste Em muitas UFs do Norte e do Nordeste, o percentual de pessoas pretas ou pardas no teletrabalho potencial passa de 70%, com destaque para o Amapá, onde o resultado foi de 80,5%. A exceção nessas regiões é o Rio Grande do Norte, onde o percentual fica próximo de 50%. Em nenhum estado da região Sul, o total de pretos e pardos nessa situação é superior a 25%, com destaque para Santa Catarina (10,1%). Já no Centro Oeste e em alguns estados do Sudeste, a situação é intermediária: 60% e 46%, respectivamente, no Mato Grosso e em Minas Gerais, por exemplo. Zona rural em 6,4% em home office Apesar de o percentual de home office urbano superar o rural, há cerca de 650 mil pessoas em teletrabalho potencial no campo, o que corresponde a 6,4% do total de ocupados na zona rural. O Sudeste conta com o maior percentual de pessoas ocupadas potencialmente em home office tanto na zona urbana (29,2%) quanto na rural (7%). Em contrapartida, a região Norte, cujo contingente de teletrabalho potencial nas zonas urbana e rural corresponde a, respectivamente, 20,5% e 4,9% do total de ocupados, está no outro extremo. A região Nordeste, que apresenta o quarto maior percentual de teletrabalho potencial na zona urbana (21,2%), salta para a segunda colocação no caso da zona rural (6,7%).

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Veja como controlar doenças em galinhas caipiras

Manual da Universidade Federal de Viçosa mostra também quais são os tipos de criações, como construir e limpar o galinheiro. Para quem cria galinhas e quer saber mais sobre o controle de doenças das aves caipiras, a Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, fornece um manual online que vai ajudar. Assista a todos os vídeos do Globo Rural O material traz informações também sobre os tipos de criações, a construção do galinheiro e a limpeza. Confira o conteúdo gratuito aqui. Confira mais cartilhas: Aprenda a montar barraginhas, técnica usada para represar água da chuva nas propriedades Manual mostra como montar um viveiro para plantar mudas de café Confira os passos para montar uma horta em casa Veja como criar tilápias em viveiros escavados Aprenda a fazer um curral ecológico Vídeos mais assistidos do Globo Rural

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Proteja seus investimentos da inflação


Preserve seu poder de compra no médio e longo prazo investindo em produtos indexados pelo IPCA. Neste ano, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) tem se elevado a patamares nunca vistos desde 1994, ano em que o Plano Real foi implementado no Brasil. Se esse aumento é sinônimo de preços altos em praticamente todos os setores da economia, para os investimentos pode significar boa rentabilidade. Sim, é possível lucrar com a inflação e proteger o capital a médio e longo prazo. Para isso, é fundamental escolher produtos que paguem acima da inflação (IPCA+) e ter paciência e disciplina para fazer o resgate no momento certo, evitando taxas e garantindo a rentabilidade contratada. Infográfico - Inteligência Financeira Divulgação Produto: Tesouro Direto IPCA+ e IPCA+ com juros semestrais Tipo: renda fixa Descrição: Título público do governo federal indexado pela inflação com taxa de juros prefixada pagando ou não rendimentos a cada seis meses Garantido pelo FGC? Sim Aporte mínimo: R$ 30 Produto: Certificado de Depósito Bancário (CDB) IPCA+ Tipo: renda fixa Descrição: Título emitido pelos bancos indexado pela inflação com taxa de juros prefixada Garantido pelo FGC? Sim Aporte mínimo: R$ 5 mil Produto: Letra Imobiliária Garantida (LIG) Tipo: renda fixa Descrição: Título indexado pelo CDI emitido pelo fundo próprio fundo para bancos com o objetivo de financiar o mercado imobiliário Garantido pelo FGC? Sim Aporte mínimo: R$ 50 mil Produto: Certificado de Operações Estruturadas (COE) IPCA Tipo: híbrido Descrição: Aplicação com retorno sobre a alta da inflação que garante o valor do investimento inicial em caso de desvalorização do índice no momento da contratação Garantido pelo FGC? Não Aporte mínimo: R$ 5 mil (média) Produto: Fundo de Investimento Imobiliário (FII) Tipo: renda variável Descrição: Investimento coletivo em ativos imobiliários de tijolo (imóveis físicos) ou de papel (títulos lastreados por imóveis). Garantido pelo FGC? Não Aporte mínimo: R$ 100 Plus! Por que é mais difícil ganhar na renda variável? Poder de consumo cai Clientes consomem menos Faturamento das empresas cai O custo de produção sobe Ações desvalorizam Menores retornos para investidores Aprofunde seus conhecimentos sobre os ativos do momento acessando a Inteligência Financeira. Lá você confere a análises econômicas em tempo real e dicas de especialistas sobre como fazer seu o dinheiro trabalhar pra você.

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